Aqui era como um rio, correndo, sem pensar no passado.
Eu podia entrar nesse rio, deixar os meus pecados mergulhados lá no fundo, permitir que a água me levasse para algum lugar ao longe.
Algum lugar onde não houvesse fantasmas, nem recordações, nem pecados.
E se não houvesse mais nenhuma outra razão, só essa já bastaria para eu adotar essa cidade.
sábado, 24 de outubro de 2009
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