sábado, 24 de outubro de 2009

Cidade de fantasmas bons.

Aqui era como um rio, correndo, sem pensar no passado.
Eu podia entrar nesse rio, deixar os meus pecados mergulhados lá no fundo, permitir que a água me levasse para algum lugar ao longe.
Algum lugar onde não houvesse fantasmas, nem recordações, nem pecados.
E se não houvesse mais nenhuma outra razão, só essa já bastaria para eu adotar essa cidade.

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